O pastor e a ovelha que clama

Nosso Pastor divino procurou por sua ovelha perdida por trinta e três anos, de forma tão dolorosa e tão espinhosa que transbordou o sangue de seu coração e lá deixou sua vida. Agora, a pobre ovelha segue-o por meio da obediência a seus mandamentos ou do desejo (ainda que algumas vezes débil) de obedecê-lo, chamando-o e suplicando sinceramente por sua ajuda.

Seria possível que agora ele se recusasse a dar-lhe seu olhar vivificador? Ele não a ouviria e a poria sobre seus ombros divinos, regozijando-se com isso com todos seus amigos e com os anjos do céu? Pois se nosso Senhor não parou de procurar de forma extremamente diligente e amorosa pelo pecador cego e surdo, a dracma perdida do evangelho, até que o encontrasse, como seria possível que ele abandonasse aquele que, como a ovelha perdida, clama e chama por seu Pastor?

Lorenzo Scupuli

4 comentários:

  1. Muito bom Mano!!!!

    Anderson Demoliner

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  2. Ué, se Deus já tem seu povo escolhido, porque haveria necessidade de procuralos ("pelo pecador cego e surdo")???

    É totalmente contraditoria essa doutrina calvinista!!!

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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