Paulo não contextualizava o evangelho

Deve ficar claro que os mercadejadores modernos da igreja não podem olhar para o apóstolo Paulo em busca de aprovação para suas metodologias ou reivindicar que ele foi o pai da filosofia que abraçaram. Embora tenha pregado aos pagãos mais vis do mundo romano, Paulo jamais adaptou a igreja ao gosto da sociedade secular; ele não pensaria em alterar quer a mensagem, quer a natureza da igreja. Cada igreja que ele fundou tinha sua própria personalidade e seus próprios problemas, mas os ensinamentos de Paulo, sua estratégia e, acima de tudo, sua mensagem permaneceram os mesmos por todo o seu ministério. Seu instrumento de ministério, como veremos no próximo capítulo, sempre foi a pregação — a proclamação direta da verdade bíblica.

Em contraste, a "contextualização" do evangelho em nossos dias infectou a igreja com o espírito desta época. Escancarou as portas da igreja para o mundanismo, para a superficialidade e, em alguns casos, para uma grotesca atmosfera de festividade. Agora é o mundo que dita a agenda da igreja.

John MacArthur

2 comentários:

  1. Olá gente minha,

    A internet é um espaço precioso onde podemos falar das verdades bíblicas e discutir diferentes pontos de vista!
    [Idéias Protestantes] é um blog cristão com esse objetivo. Sem dispensar a seriedade na defesa do Evangelho, e, sobretudo, longe de se adaptar aos modismos e novidades do Cristianismo de entretenimento, o leitor obterá uma mistura bem balanceada de teologia, cultura, denúncia, cidadania e artigos devocionais. No [Idéias Protestantes], você fica sabendo da última novidade do absurdário gospel, mas também não falta material para edificação e reflexões sobre a vida cristã.

    Seja nosso parceiro na divulgação do genuíno evangelho das Escrituras!
    http://ideiasprotestantes.blogspot.com
    [Idéias Protestantes]

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  2. Bons textos e bons autores, vale a pena conferir!
    Busquemos sempre servir a Deus com sinceridade, procurando entender a vontade de Deus e vivendo (e levando) o Evangelho, custe o que custar.
    Abraços, paz!
    Bruno Paiva

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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