Presente de Deus

A vida eterna é um dom e, portanto, não pode ser obtida pelas boas obras, nem reivindicada como um direito. Vendo que a salvação é um "dom", quem tem direito de dizer a Deus a quem Ele deve doá-lo? Não é que o Doador recusa este dom a qualquer que o busque de todo coração e de acordo com as regras que Ele prescreveu. Não; Ele não o recusa a ninguém que O busca de mãos vazias e da maneira determinada por Ele. Mas, se de um mundo impenitente e incrédulo Deus está resolvido a exercer o Seu direito soberano escolhendo um número limitado de pessoas para serem salvas, quem sai prejudicado? Estará Deus obrigado a impor o Seu dom aos que não lhe dão valor? Estará Deus compelido a salvar os que estão determinados a seguir o seu próprio caminho?

A. W. Pink
In: Os atributos de Deus

4 comentários:

  1. Clóvis,

    Romanos 9 fala sobre a eleição e soberania de Deus. Para quem teve formação armeniana é difícil entender. Mas quem dicerniu o braço do Senhor? Pode o barro dizer ao oleiro, porque me fez assim?

    Abraço.

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  2. Juber,

    Acho que o problema é menos de entendimento e mais de aceitação.

    Em Cristo,

    Clóvis

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  3. Brother este comentario e do meu Pai, ele e Arminiano Roxo, vc entende.
    Ele deu o seu comentario, sobre o Artigo, Abaixo:
    E diferente Deus saber o numero limitado, e escolher um numero limitado.O ato soberano de Deus nao e o de imposicao, mais sim o de escolha.Quando Ele escolheu, ele determinou. Por isso ninguem ha de escapar de suas maos, de uma forma ou de outra.
    Salvacao nao e dom, e sim uma Graca de Deus,para alcancarmos a salvacao.
    Como se ele tivesse dado as pernas e agora dissesse, corra para ganhar essa corrida.

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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