Até tu Finney? - 1

Deve, portanto, ser obrigatoriamente verdadeiro que todos aqueles que Deus salvou e outros que ainda salvará, foram escolhidos por Ele para a salvação desde a eternidade; e uma vez que os salva por meio da santificação em Cristo, e o faz de modo planejado, segue-se que isto deve ter obrigatoriamente sido planejado ou intencionado por Ele na eternidade. Para negar a doutrina da eleição, portanto, deve estar envolvida a negação dos atributos de Deus.

Charles Finney
In: Teologia Sistemática

16 comentários:

  1. pohh essa do Finney eu não esperava confesso que fiquei surpreso com o pelagiano...

    ele se embolou ou realmente assumiu?

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  2. Confesso que não entendi muito bem o "Até tu Finney?" Não sei o que ele disse que também não poderia ter sido dito por um pelagiano, um semipelagiano, um arminiano, um calvinista, etc.

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  3. De fato,

    Fiquei surpreso desta declaração quanto à eleição partir de Finey. Contudo, é bom lembrar que a maioria das igrejas com escopo arminiano volta e meia são pegas nesta contradição. Recalcitram contra os aguilhões, parafraseando Deus ao falar com Saulo, ou seria Paulo??

    Soli deo Gloria

    Lourival Nascimento

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  4. Paulo Cesar e demais,

    O "até tu, Finney" foi uma atencipação da surpresa que essa declaração dele iria provocar entre calvinistas que tem reservas quanto a ele (e Deus sabe quanta reserva eu tenho!).

    Mas não vamos nos entusiasmar, pois embora Finney defenda a doutrina da eleição, sua concepção sobre como ela se dá é pior, muito pior que a dos arminianos (fé prevista ou eleição coletiva).

    Em Cristo,

    Clóvis

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  5. Clóvis,

    Uma vez disse que admirava Finney. Outra vez tentei ser mais preciso dizendo que admirava o Finney evangelista e não o Finney teólogo. Mas talvez não tenha sido preciso o bastante.

    Abomino certas técnicas de evangelização do Finney. O que me impressiona são os acontecimentos que fizeram parte de suas pregações. São coisas impressionantes. Não posso dizer muito por enquanto. Estou lendo suas Memórias, depois posso falar melhor a respeito.

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  6. Paulo Cezar,

    É difícil admirar 100% uma pessoa ou detestar 100%. É o caso do Finney. É o exemplo de sua crença na doutrina da eleição.

    Ele é correto ao afirmar a doutrina da eleição e negar que ela tenha sido pela presciência ou coletivamente. Mas ele erra mais feio que isso ao dizer que Deus "elegeu aqueles que Ele sabia que poderia salvar".

    Infelizmente, o Finney não é o herói como é representado por aí. Quem sabe o seu segredo esteja no guerreiro de oração que ele contratou, alguma coisa Nash?

    Em Cristo,

    Clóvis

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  7. Falando em Finney... para descontrair!

    Qual teólogo você é?
    http://quizfarm.com/test.php?q_id=10218N

    Fiz o "teste" e Finney ficou em último lugar..como assim, rs?

    100% Martinho Lutero
    83% João Calvino
    83% Santo Agostinho
    67% Anselmo
    67% Friedrich Schleiermacher
    58% Karl Barth
    58% Jurgen Moltmann
    42% Jonathan Edwards
    42% Paul Tillich
    33% Rudolf Bultmann
    17% Charles Finney

    Graça e Paz!

    Rocelma

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  8. Pôxa, logo que terminei o teste, a energia acabou e perdi o resultado. Mas me lembro da ordem, não de todos os valores. Estou com preguiça de fazer de novo.

    Karl Barth 100%
    Paul Tillich 67%
    João Calvino
    Jurgen Moltmann
    Martinho Lutero 50%
    Anselmo
    Jonathan Edwards
    Friedrich Schleiermacher
    Charles Finney 25%
    Rudolf Bultmann 0%

    Sou admirador de Barth mas não imaginava que já tinha sido tão influenciado por ele.

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  9. João Calvino - 100%
    Anselmo - 92%
    Karl Barth - 83%
    Martinho Lutero - 83%
    Jonathan Edwards - 75%
    Santo Agostinho - 42%
    Friedrich Schleiermacher - 33%
    Charles Finney - 33%
    Jurgen Moltmann - 33%
    Paul Tillich - 33%
    Rudolf Bultmann - 33%

    Ai, sou 33% Finneyano!!!!! Socorro!

    Clóvis

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  10. Anselmo - 100%
    Martinho Lutero - 100%
    João Calvino - 83%
    Karl Barth - 83%
    Jonathan Edwards - 67%
    Santo Agostinho - 50%
    Friedrich Schleiermacher - 50%
    Jurgen Moltmann - 17%
    Rudolf Bultmann - 8%
    Paul Tillich - 8%
    Charles Finney - 0%

    100% Anselmo e Lutero, 83% Calvino

    0% Finneyyyyyyyy, Ebaaaaa!!!!
    83% Barth, fiquei só com a parte ortodoxa dele, a parte "NEO", joguei fora. :D

    Ednaldo.

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  11. Meu resultado: You Scored as João Calvino

    Anselmo: 100%
    Karl Barth: 100%
    João Calvino: 100%
    Martinho Lutero: 83%
    Jonathan Edwards: 50%
    Friedrich Schleiermacher: 33%
    Santo Agostinho: 33%
    Jurgen Moltmann: 17%
    Rudolf Bultmann: 17%
    Paul Tillich: 17%
    Charles Finney: 0%

    Discordo dos 100% em Barth (é menos), 50% em Jonathan Edwards (é mais) e 33% em Santo Agostinho (também é mais). Quanto aos liberais e neo-ortodoxos mencionados eu não posso dizer com certeza, com exceção de Barth, pois conheço muito pouco deles.

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  12. You Scored as Anselmo. Você é Anselmo.

    Anselmo 83%
    Martinho Lutero 75%
    João Calvino 75%
    Paul Tillich 75%
    Friedrich Schleiermacher 67%
    Jurgen Moltmann 67%
    Santo Agostinho 67%
    Jonathan Edwards 50%
    Karl Barth 50%
    Charles Finney 33%
    Rudolf Bultmann 25%

    Não conheço a maioria daí. Precisarei pesquisar sobre eles.

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  13. César,

    Anselmo, Lutero, Calvino, Agostinho, Edwards e até Barth são boas companhias.

    Tillich, Schleiermacher, Moltmann, Bultmann são ou tendem ao liberalismo.

    O Finney é pelagiano no duro.

    Em Cristo,

    Clóvis

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  14. Karl Barth
    100%
    João Calvino
    100%
    Paul Tillich
    67%
    Martinho Lutero
    67%
    Santo Agostinho
    67%
    Anselmo
    67%
    Jonathan Edwards
    67%
    Charles Finney
    33%
    Jurgen Moltmann
    17%
    Rudolf Bultmann
    0%
    Friedrich Schleiermacher
    0%

    Isso é Bom ou Ruim?
    DHIASPDpoasdaosda. Tem cara ae que nunca ouvi falar.

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  15. É IMPOSSÍVEL você ser 100% Calvino e ao mesmo tempo 100% Karl Barth!!!!!!!!!!

    Cada porcentagem a mais pro seu "lado Calvino" é um a menos no seu "lado Barth"! Eles são opostos!

    Esse teste está furado, Lucas!!!!!!

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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